Ao lado dele, a Chanceler Merkel da Alemanha.
Ao lado dela, o presidente da Ucrânia, Yushchenko, que
acreditava ter sido envenenado a pedido de Putin.
Putin era o próximo orador.
Fez um discurso extraordinário em que basicamente culpa os
EUA por tudo de errado no mundo.
Antes de mais nada, os EUA...ultrapassaram suas fronteiras nacionais,
impondo suas políticas.
Na economia, na política e na esfera humanitária.
Quem poderia gostar disso?
Putin ressalta o fato que a expansão da OTAN sempre foi
hostil à Rússia.
Sim... Que as proibições alimentares, por exemplo no
judaísmo, também possam ter esse papel, tudo bem.
Mas se houvesse apenas isso, nossa dívida para com o povo
judeu não seria o que ela é – enorme, decisiva, indelével para sempre -, e a
dialética substituiria vantajosamente, como Nietzsche queria, a moral.
Quem pode acreditar nisso?
Será que isso foi tudo o que guardamos do monoteísmo?
Será nossa única preocupação, nossa única exigência?
A manutenção de nossa saúde?
De nossa limpeza?
De nossa integridade?
Que bela coisa!
Que belo ideal!

Nenhum comentário:
Postar um comentário