Não... os verdadeiros mestres, evidentemente, sempre
disseram o contrário.
O essencial não está nos ritos, mas no que os ritos sugerem
ou engendram.
Trata-se de comer kasher ou não!
O são não é o santo.
O limpo não é o puro.
Longe de devermos reduzir o ritual ao higiênico, conviria
antes, um e outro, discernir o que os supera e, no fundo, os justifica.
Não...uma derrota física jamais marcou o fim de uma nação!
Sim...acho que é óbvio que a expansão da OTAN não tem nada a
ver com a modernização da aliança em si ou com a garantia da segurança na
Europa.
Pelo contrário, representa uma série provocação que reduz o
nível de confiança mútua.
A OTAN se expandiu com o tempo.
A primeira rodada de expansão da OTAN na década de 1990 incluiu
Polônia, Hungria e República Tcheca.
A segunda expansão da OTAN, em 2004, incluiria três países
que já foi realizado pela União Soviética.
Três países Bálticos.
Temos o direito de perguntar, essa expansão é contra quem?
E o que aconteceu com as garantias que nossos parceiros
ocidentais fizeram após o fim do Pacto de Varsóvia?
Onde estão as declarações agora?
Ninguém se lembra delas.
Sim!
O discurso de Munique foi sombrio e teve o poder Oeste como
alvo.

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